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Ingressou na
Aeronáutica Militar em França, onde se encontrava mobilizado,
tirando cursos de mecânico de avião com altas qualificações. Foi
sempre um profissional de lato gabarito e homem de grande
envergadura física e moral, muito admirado pelos aviadores que com
ele trabalhavam. Sem a sua colaboração não teria sido possível
realizar o voo a Macau, nem a travessia nocturna do Atlântico Sul
em que Gouveia procedeu mesmo a uma reparação de motor em pleno
voo. Em reconhecimento do seu valor excepcional e abnegada
dedicação ao serviço, pôde tornar-se oficial piloto sendo
promovido a tenente em 1928.
Depois de passar à
reserva, foi director de mecânicos em companhias aéreas, levando
sempre uma vida dedicada e digna.
fonte: Museu do Ar |